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Uma família com uma visão unânime - dar vida a um sonho.

Os destinos de António e Filipa cruzaram-se quando se conheceram na faculdade, em Lisboa, enquanto estudavam Arquitetura. A vida fez o favor de os levar um pouco por todo o globo, a vontade mútua de um projeto que sempre fez parte do seu âmago fê-los aterrar naquela que é uma visão para a sua vida: acolher no santuário que é a Casa Fortunato todos os que queiram sentir-se em casa fora de casa.

António e Filipa não são estranhos às paredes desta morada e o amor que lhe nutrem não é novo. Outrora o atelier de arquitetura de António, Costa Lopes Arquitectos, sede de onde geria o ramo português da sua prática profissional, o alvoroço das secretárias recheadas de resmas de papel, computadores e demais parafernália de escritório denunciava o expediente diário, mas não os desejos sussurrados entre o casal de transformar o atelier num hotel. Hotel…? Demasiado redutor para a morada incomparável que desenhavam nas suas mentes. Queriam uma Casa. Uma casa para a sua família que fosse também Casa para aqueles que os visitariam de todos os cantos do mundo. Imaginaram o restauro e desenharam um espaço magnífico que os sites de reservas registariam de alojamento, mas que os hóspedes chamariam de refúgio longe de casa. Um destino no coração de Lisboa, para morar ao longo da estadia em vez de apenas passar a noite, para fazer parte da quintessência histórica do espaço em vez de apenas conhecê-lo, para criar memórias mais do que apenas imagens de férias. Um espaço com uma hospitalidade inerente, fragmento que serve de amostra apenas para tudo aquilo que esta estadia pode oferecer, numa morada que se quer como um local para se estar, perdão, para se ser.

O ano de 2016 fica como marco da decisão que os levou àquilo que é agora um sonho tornado realidade: a Casa Fortunato abre ao público em 2018 como um testemunho bem alicerçado dos desejos de António e Filipa.

Pais, profissionais de sucesso e agora anfitriões, um papel que lhes assenta como uma luva, o entusiasmo destes comunicadores e criativos em partilhar a sua Casa com os demais é apenas suplantado pelo modo autêntico e genuíno com que a vivem e recebem os convidados que cruzam o caminho desta Família.

Na Casa Fortunato, cozinha-se com amor, um traço patente nos pratos incríveis que são espelho da qualidade dos ingredientes locais, elementos-estrela em cada criação gastronómica. Sabor, harmonia e sempre irresistível, aqui alimenta-se o corpo tanto quanto a alma.

São nove quartos apenas, mas deveras afortunados: o nove é um número sagrado que representa não só sabedoria mas é também símbolo de realização e plenitude. Como um número que se assume de grande poder e magia, não poderia estar mais de acordo com a atmosfera que surge dos valores únicos da Casa Fortunato.

As ruas e ruelas pintadas na calçada lisboeta são mapas de tesouro que revelam preciosidades únicas a cada esquina, de restaurantes a lojas de antiguidades. Explorar cada recanto é fazer parte da afamada vibração de uma das mais charmosas e antigas cidades europeias.

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